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Sarau Labuta

APLAC E SECRETARIA DE CULTURA DO DF FIRMAM PARCERIA PARA REALIZAÇÃO DO PROJETO SARAU LABUTA

 

(O projeto, financiado com recursos do FAC – FUNDO DE APOIO À CULTURA DO DISTRITO FEDERAL, traz uma Programação anual com previsão de 20 apresentações culturais em escolas públicas, UnB e IFB em Planaltina entre março e dezembro de 2019).

 

(Prof. Dr. Luiz Ricardo Magalhães)

De forma geral, o Sarau LABUTA é um conjunto de vinte (20) apresentações com foco na produção literária regional. Entende-se pelo termo que região abrange também as manifestações pré-existentes a Brasília e aquelas que vêm da da RIDE/DF – Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (instituída pela lei complementar federal 94/98). O projeto Sarau LABUTA foi pensado pela direção da APLAC (ACADEMIA PLNALTINENSE DE LETRAS, ARTES E CIÊNCIAS – entidade com 20 anos de atuação em Planaltina), e será executado com financiamento do FAC (FUNDO DE APOIO À CULTURA – FAC), da Secretaria de Cultura do DF. Acontecerá nos espaços do desenvolvimento pedagógico das escolas públicas de Planaltina-DF, campus da UnB e IFB, ambos nessa região administrativa.

As apresentações serão precedidas de trabalho de sensibilização dos participantes (comunidade escolar) no qual as atividades pedagógicas serão desenvolvidas pelos coordenadores e professores das instituições participantes, com apoio e gestão desta curadoria do projeto.

O projeto tem como meta principal o desenvolvimento de um trabalho visando a ampliação do olhar e do alcance da política e do debate sobre a cultura literária em escolas, na região de Planaltina – DF. Busca-se, com a iniciativa, fazer convergir a concepção da literatura, mesmo a de cunho regionalista, como patrimônio universal da humanidade e a composição desta perspectiva na formulação curricular da Educação Básica e Superior ofertada por instituições públicas de ensino e/ou pesquisa.

Além disso, o Sarau LABUTA, em suas 20 apresentações também se preocupa com a formação e fortalecimento de uma identidade regional, assim como com a diferenciação deste regional no cenário da oferta da produção cultural. Aspecto de relevante preocupação, pois atém-se ao conceito de Desenvolvimento Regional, vetor que poderá atuar como fator determinante da escolha dos diferentes temas e organização das apresentações.

Ainda assim, é preciso afirmar sobre uma temporalidade na qual, segundo o projeto aprovado, a “ênfase (seja dada) em textos e autores cujas narrativas ou releituras trazem como referencial os valores culturais do território do Distrito Federal, antes e depois da inauguração de Brasília em 1960” e que trata-se de projeto inédito de abordagem curricular em educação básica e superior. De certa forma, o que se pretende com esta orientação é trabalhar o contexto da cultura regional na possibilidade da constituição de um repositório de elaborações secularmente acumuladas pelas gerações anteriores ao advento de Brasília, denominados cerratenses. Assim, a Região de Planaltina que sob o ponto de vista de seus antecedentes históricos recebe o nome de Sertão Planaltino eleva-se como complexa alteridade a ser tratada pelos estudantes e pela educação formal.

Além da óbvia postura de respeito e interesse investigativo sobre os saberes da cultura popular e erudita, inclusive a pré-existente à nova capital, a orientação do Sarau LABUTA em torno da cultura regional também lança olhares para além da geopolítica administrativa reducionista que pretende fazer a gestão de Brasília e de seus problemas a partir de uma visão limitada ao retângulo geopolítico definidor do DF atual. Opção fracassada, pois os muros e linhas divisórias não conseguem fazer desaparecer os problemas de uma população de milhões de pessoas que, todos os dias, se vê obrigada a exercer pressão sobre os serviços (e ilusões) de uma capital pretensamente redentora.

Completando o quadro, a APLAC desde sua criação em 1998, e conforme está inscrito tanto no Artigo 21-I-B do seu Regimento Interno vigente quanto como informado no projeto quando o mesmo foi protocolado junto ao FAC, já havia realizado o total de NOVE edições do SARAU LABUTA, sendo este, portanto, uma continuidade dos eventos já ocorridos ao longo da existência dessa entidade. Em 2019 será realizada a 10ª edição do SARAU LABUTA sendo a PRIMEIRA SOB PATROCÍNIO DO FAC.

É preciso dizer ainda que, durante todo o ano de 2017, através de iniciativa do IAC – Instituto de Ação Comunitária (entidade responsável pela gestão da Casa do Idoso de Planaltina) – com colaboração da APLAC, aconteceram saraus culturais com essa mesma orientação, então formado por uma série de 40 eventos culturais, também na cidade de Planaltina, que foram denominados no conjunto como “Sarau Cultural no Interior”. Desse modo, é possível afirmar-se que o presente Projeto acumula uma expertise pela qual acontece a promoção do acesso à cultura pela comunidade de Planaltina-DF por meio de estratégias pelas quais ocorre a criação de mecanismos capazes de colaborar para a democratização do acesso aos diferentes gêneros literários e de artes produzidos nesta região.

Assim, afirmamos que o presente Sarau LABUTA, em alguns aspectos, dá continuidade àquela iniciativa vitoriosa das NOVE EDIÇÕES ANTERIORES DO SARAU LABUTA, feitos pela APLAC e também ao conjunto de saraus do IAC dos quais a APLAC foi protagonista proeminente. Contudo, nesta edição agora sob patrocínio do FAC, avança-se mais no sentido de promover uma necessária aproximação com as escolas de Planaltina, qualificando o debate com os CORPOS DISCENTE e DOCENTE sobre a produção e apreciação da literatura, que, sob o ponto de vista da comunidade de Planaltina, de seus estudantes e da investigação acadêmica, soma esforços para uma maior sensibilidade em relação a esse patrimônio imaterial de Planaltina, de Brasília e de seu entorno (e universal). A elevação da literatura ao patamar de patrimônio ativo para a formação das novas gerações de cidadãos e de futuros profissionais de diferentes áreas de conhecimento não é, absolutamente, pouca coisa.

A previsão é de que as apresentações aconteçam nas dependências das instituições públicas de educação (básica e superior) de Planaltina entre março e dezembro de 2019.

A APLAC – ACADEMIA PLNALTINENSE DE LETRAS, ARTES E CIÊNCIAS – celebra seus 20 anos de fundação (5/12/1998 – 5/12/2018) convidando Brasília, especialmente a Comunidade Escolar e Acadêmica de Planaltina-DF, a participar conosco desse momento de celebração dos valores culturais por meio de diferentes expressões da Cultura no Planalto Central do Brasil.

 

 

TEMA RESPONSÁVEL SINOPSE ESCOLA

/DATA/TURNO

 

1.

Saberes e fazeres tradicionais – o legado cultural das populações originais do território planaltino

 

Lila Rosa

 

CONFIRMADO

A ocupação do território planaltino remonta em torno de seis mil anos (baseamos nos registros arqueológicos do Bisnau e Toca da Onça, em Formosa). Fruto de processos de aclimação, muitos dos saberes e fazeres tradicionais resultaram dos diálogos entre as matrizes do colonizador europeu, da cultura afro e de indígenas.

Lila Rosa, há mais de vinte anos, dedica-se a estudar, entender e aprender com a cultura indígena. Seu trabalho e envolvimento resultou em projeto de resgate da cultura Amary, hoje assentada na região do alto Xingu.

 

CEF 04

14 DE MARÇO DE 2019

MATUTINO

 

2.

Cartografia histórica de Goiás e RIDE

 

Elias Manoel

CONFIRMADO

A cartografia histórica é um campo de investigação histórica que diz respeito à formação das identidades e dos jogos de interesses políticos. Trazem também um desenho das intenções geopolíticas e das lutas em torno da ocupação territorial e das formas de controle de um tempo.

Elias Manoel, historiador de carreira e pertencente ao quadro técnico do ARPDF, após uma extensa pesquisa juntamente com xxxx, colocou à luz o impressionante Goyaz – Guia de Cartografia Histórica, que se coloca como marco desse campo de conhecimento para a região e o país.

 

FUP – UnB

28 DE MARÇO DE 2019

VESPERTINO

 

3.

O Discurso Literário em (sobre) Brasília: Obras e Autores

 

Ronaldo Mousinho

Aguardando CONFIRMAÇÃO.

(OBS.: a confirmação ou substituição ocorrerá até final de fevereiro antes do início da primeira apresentação desse projeto prevista para março).

 

A produção literária e o mercado editorial em Brasília nasceram juntos com a inauguração da nova capital em 1960. Autores como Rui Carneiro, Almeida Fischer, Joanyr de Oliveira e tantos outros antologistas se notabilizaram por reunirem em coletâneas o que Wilson Pereira nomeou como o nascimento da “Literatura Brasiliense”. Ronaldo Mousinho, que é um estudioso dessa temática e também um desses antologistas, tem dado valiosa contribuição acadêmica aos estudos e divulgação de Brasília como “celeiro literário” (expressão cunhada por ele). Veremos nessa apresentação momentos literalmente antológicos da literatura em Brasília.  

CENTRÃO

11 DE ABRIL DE 2019

NOTURNO

4.      Repertório Musical de Planaltina e Região: Diálogo com as Preexistências de Brasília no contexto de sua Modernidade  

Israel Colona

Aguardando CONFIRMAÇÃO.

(OBS.: a confirmação ou substituição ocorrerá até final de fevereiro antes do início da primeira apresentação desse projeto prevista para março).

Depois da Staatliches-Bauhaus (anos 1920) e da Carta de Atenas (anos 1930), ambas com propostas estéticas que mudaram concepções no campo das artes em geral, Brasília veio como inspiração de modernidade para outras cidades do mundo. Planaltina, que já existia como núcleo urbano desde o início do século XIX, traz uma rica tradição musical forjada nas raízes de um Goiás Cerratense que permanece por meio de grupos e bandas cuja musicalidade expressa valores culturais preexistentes à inauguração da nova capital. Nessa apresentação, veremos uma amostragem do riquíssimo repertório ainda existente em Planaltina e que dialoga com essa modernidade de Brasília sem perder suas raízes com a tradição anterior à construção de Brasília.  

IFB – Instituto Federal de Brasília, Campus Planaltina

 

25 DE ABRIL DE 2019

VESPERTINO

 

5.

Quando Aqui Era Sertão” – a memória prodigiosa de Erasmo de Castro

Cláudia Andrade

CONFIRMADO

UM DOCUMENTO PENDENTE

Filho do guia mirim da Missão Cruls, Erasmo de castro (o Guim) foi um violeiro, compositor, catireiro, professor e contador de histórias de Planaltina. Fruto de sua memória prodigiosa e de sua habilidade com as palavras, muito do que se tem como identidade do planaltinense de raiz lhe é devido.

A professora, musicista e Cláudia Andrade dedicou parte de seu esforço para registrar a memória de Erasmo. Trabalho que resultou na edição de dois CD’s e um livro (ainda não publicado).

 

CEF 02 – PAROQUIAL

16 DE MAIO DE 2019

MATUTINO

 

6.

Memórias de quintais, fazendas e carros de bois

 

Antônio Victor

CONFIRMADO

Antes de Brasília, na região denominada por Zoroastro Artiaga de Sertão Planaltina, uma rica cultura sertaneja era gestada e estabilizava uma sociedade voltada aos fazeres rurais. As fazendas eram as unidades produtoras e serviam de base para a organização social regional. A ligação com as cidades eram feitas pelos caminhos e o meio de transporte mais utilizado era o carro de boi.

O poeta e compositor Antônio Victor traz para a palavra escrita e cantada a própria memória de menino criado por esses caminhos, sempre embalados na cantiga triste dos carros de bois – orgulho de fazendeiros e carreiros.

 

CENSFAT

23 DE MAIO DE 2019

MATUTINO

 

7.

As paredes sabem ler

 

Letícia Queiroz

 

CONFIRMADO

O cerrado abriga a própria arte. Por onde olhar, há poesia. Assim foi criada a Letícia Queiroz e sua literatura: inspirada pela beleza de uma cidade única, que a todo momento cresce em torno da arte e transforma cidadãos em artistas. Subterfúgios, seu primeiro livro, nasceu do amor pela escrita que nos permite crescer e eternizar sentimentos. Em meio a seca de Brasília, a sua poesia suada, pingando amor.  

TAQUARA

30 DE MAIO DE 2019

MATUTINO

 

8.

Cora Coralina: entre os becos de Goiás e o risco da poesia

 

Paulo Siqueira

CONFIRMADO

Considerada uma das mais importantes vozes femininas da poesia brasileira, Cora Coralina (1889-1985), pseudônimo para Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas,  entre as tarefas de criação de seus seis  filhos, de doceira e de afinadíssima leitora, no ambiente da antiga capital de Goiás (hoje Cidade de Goiás), lança-se ao trabalho de construção de uma poesia de intensa força e significação e, mesmo vivendo as durezas de sua época e editando muito tardiamente o seu primeiro livro, faz com que a importância e a grandeza de sua obra a insiram-na no horizonte de nossa tradição moderna.  

CEF PIPIRIPAU II

06 DE JUNHO DE 2019

MATUTINO

 

9.

Esse Dom que Deus me Deu

 

Vera Couto

Aguardando CONFIRMAÇÃO.

(OBS.: a confirmação ou substituição ocorrerá até final de fevereiro antes do início da primeira apresentação desse projeto prevista para março).

Antes da modernidade das maternidades e nos lugares em que a assistência médica era e ainda é um luxo, as parteiras e dolas foram e são uma referência do cuidar, do dar à luz à novas gerações. Tudo isso de forma generosa e gratuita. Seus saberes são transmitidos de forma tradicional por meio de vivências.

A professora e griô Vera Couto, entre muitas contribuições, participa da organização e registro da memória dessas incríveis mulheres. O livro “Esse dom que Deus Me Deu” é fruto desse trabalho.

 

CEP-SAÚDE

27 DE JUNHO DE 2019

VESPERTINO

 

10.

Violas e Violeiros – a experiência de um programa de rádio voltado à cultura de raiz

 

Volmi Batista

CONFIRMADO

O cancioneiro popular dos sertões goianos, paulista e cuiabano tem na viola caipira, de dez cordas, um de seus instrumentos típicos e suporte melódico. Diante da indústria cultural do breganejo e o chamado modão, entre tantos, o caipira legítimo sobrevive na obras de uma gente simples e talentosa como Badia Medeiros, Roberto Correia, Almir Sater etc.

Volmi Batista, violeiro e compositor, há xx anos comanda um programa de rádio que cria espaços de divulgação para esse ramo da expressão artística nacional.

 

CED VARZEAS

08 DE AGOSTO DE 2019

MATUTINO

 

11.

Planaltina, cidade mulher e mãe – a formação territorial planaltina na obra de Paulo Bertram

 

Mário de Castro

 

CONFIRMADO

Paulo Bertram, devido sua importância regional, pode ser considerado como pai de todos os historiadores planaltinos. Sua obra possui o status de semente de inquietações e temas. Além disso, encontra-se na base da estruturação de uma identidade ecológica e antropológica de todos os planaltinos que é o cerratense.

Quando das pesquisas e coleta de dados, Bertram transitou por essas paragens, onde fez amizades e discípulos. Mário de Castro é um deles e traz uma memória viva daqueles tempos.

 

CEM 02

15 DE AGOSTO DE 2019

MATUTINO

 

12.

Esquina 56 – os “bares da vida” como espaço de formação e profissionalização artística e musical em Planaltina-DF

 

Eduardo Durães

Aguardando CONFIRMAÇÃO.

(OBS.: a confirmação ou substituição ocorrerá até final de fevereiro antes do início da primeira apresentação desse projeto prevista para março).

 

Em um país que não valoriza a cultura, traço típico do subdesenvolvimento, os bares, muitas vezes, são os únicos espaços de atuação profissional para músicos e poetas. Em Planaltina, o Esquina 56 lidera esse esforço. Pelo palco que recebe o nome de Luca Rodrigues, dezenas de antigos e novos artistas se revezam aprimorando sua arte.

Com a banda de rock Kamillah, Camila Castro e músicos do quilate de um guitarrista como Eduardo Wagner encantam e abrem alas para novos músicos da cidade e região.

 

CENTRÃO

23 DE AGOSTO DE 2019

NOTURNO

 

13.               

Memórias de uma menina de família árabe

 

Muna Youssef

 

CONFIRMADO

A cultura sertaneja planaltina, em muitos aspectos, plasma da cultura árabe uma série de hábitos e comportamentos. Os mais de seiscentos anos de ocupação árabe na Península Ibérica produziram no colonizador algo de dissimulado e radical como o que se tem no uso de véus e treliças.

A professora, ambientalista e poetisa Muna Youssef, como o nome já diz expressa na palavra muito dessa cultura de assimilação de disfarce.

 

CED POMPÍLIO

05 DE SETEMBRO DE 2019

VESPERTINO

 

14.               

O Herdeiro Supremo

Como ser escritor em um país que não valoriza da literatura

Silvano Colli

CONFIRMADO

A literatura ficcional de aventuras é um dos ramos que o romance assume no panorama das novas mídias. Contudo, plasma da literatura medieval seus temas e ambientes, apesar de locada em futuro imaginário.

Silvano Colli faz parte da nova geração de escritores ficcionistas e tem labutado na divulgação de seu “Herdeiro Supremo” em feiras, livrarias e bienais.

 

EC CÓRREGO DO MEIO

26 DE SETEMBRO DE 2019

 

15.               

Imprensa e jornalismo – a crise de credibilidade da imprensa

 

Conceição Freitas

CONFIRMADO

A conjuntura de polarização política pela qual passa o Brasil, reflete-se na utilização das mídias sociais, de onde o fenômeno do fake news escancara o quão frágil é culturalmente a sociedade brasileira.

A jornalista Conceição Freitas, depois de xx anos de trabalho no maior jornal de Brasília, o Correio Braziliense, onde se envolve com a editoria do caderno cidades, é grande conhecedora da história de Brasília e das contradições da dita grande imprensa.

 

CED 03 (J. RORIZ)

03 DE OUTUBRO DE 2019

MATUTINO

 

16.               

Mulheres Inspiradoras

 

Gina Vieira Pontes

CONFIRMADO

O Projeto Mulheres Inspiradoras nasce da constatação de uma baixa autoestima feminina expressa por alunas das escolas públicas do DF. Face ao sucesso do empenho, este projeto tornou-se uma política pública do DF, vindo a compor currículo de diversas escolas.

Gina Vieira Pontes é ativista negra, professora e idealizadora do projeto Mulheres Inspiradoras tem levado a ideia de mudança de valores da mulher e de suas representações sociais a partir da inclusão do tema nos currículos escolares.

 

CEF 08

10 DE OUTUBRO DE 2019

VESPERTINO

 

17.               

Brasília Poética

Noélia Campos

 

CONFIRMADO

A primeira geração de poetas de Brasília criou um espaço alternativo para a poesia fazendo livros artesanalmente e ficou conhecida como geração mimeógrafo.

Os poetas indicados desde então fazem parte da cena artística de Brasília e continuam projetando no espaço da cultura uma configuração poética e, transitando entre o bucólico e a fúria, desenham essa Brasília poética.

 

CED DAG

07 DE NOVEMBRO DE 2019

MATUTINO

18.      Os Brutos e Brutas do Catira ESTER RODRIGUES

Aguardando CONFIRMAÇÃO.

(OBS.: a confirmação ou substituição ocorrerá até final de fevereiro antes do início da primeira apresentação desse projeto prevista para março).

 

 

Planaltina tem diversas manifestações culturais com destaque para as folias, entre as quais, a do Divino e a folia de roça, momentos nos quais toda uma rica coreografia das tradições locais, seja em dança, seja em música, se manifesta para o deleite das pessoas acostumadas com a modernidade de Brasília. O coletivo cultural “Os Brutos e Brutas do Catira” há anos desenvolve atividades culturais em escolas e espaços comunitários despertando a juventude para a valorização dessas tradições rurais tão bem preservadas no espaço urbano da capital do Brasil numa Planaltina bicentenária com raízes fincadas no passado rural e colonial de Goiás.  

EC PEDRA FUNDAMENTAL

14 DE NOVEMBRO DE 2019

19.               

Literatura de Cordel

 

Gustavo Dourado

CONFIRMADO

Segundo a professora Daniela Diana, a Literatura de Cordel é uma manifestação literária tradicional da cultura popular brasileira, mais precisamente do interior nordestino. No Brasil, a literatura de Cordel adquiriu força no século XIX, sobretudo, entre 1930 e 1960. Na Europa, ela começou a aparecer no século XII em outros países, tais quais França, Espanha, Itália, popularizando-se com o Renascimento.

Gustavo Dourado professor, poeta, cordelista, ensaísta, articulista, escritor, jornalista, pesquisador. Autor de 12 livros. Premiado na Áustria e recomendado pelo World Poetry Day e World Portal Libraries, ambos da Unesco. Dourado foi objeto de tese de mestrado na Universidade Federal de Ouro Preto e de doutorado na Sorbonne e na Universidade Federal da Paraíba.

 

EC 06

28 DE NOVEMBRO DE 2019

MATUTINO

20.               

Literatura Infantil de Matriz Afro

Rego Júnior

CONFIRMADO

Dentre as políticas inclusivas, talvez, o maior resgate atém-se ao legado cultural de matriz afro. Neste sentido, suprir o passivo deixado pelos séculos de exploração de escravos africanos tem na iniciativa de levar literatura afro às escolas um aporte para o cumprimento do papel de enfrentar o problema.

Rêgo Júnior é Maranhense radicado em Brasília desde 1997, funcionário público e poeta por amor e vocação apresenta recitais, de forma performática em bares, espaços culturais e eventos artístico e populares. Integrante do recital Francisco Morojê, da Ceilândia integrante,organizador do grupo poeme-se de Taguatinga que se apresenta todas as segundas quartas de cada mês no Bar BLUES PUB em Taguatinga centro tem seus textos disponíveis em sua página literária no Recanto das letras.

 

EC PARANÁ

04 DE DEZEMBRO / 2019

Sarau LABUTA: este é um projeto realizado com recursos do FAC – Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal

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