Quem somos?

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HOSANA À APLAC
(Vivaldo Bernardes, Patrono da Cad. 34).
E “Cesse tudo o que a Musa Antiga canta”
E “Que outro Valor mais alto se alevanta
Desta Voz repetindo os versos d’Os Lusíadas
Ou tornando Planaltina noutra Tróia de Ilíada.
APLAC é tomada pela Tropa Intimorata e Bela!
APLAC é Reduto da Cultura e Abrigo do Aedo,
Trincheira das Palavras em cor verde-amarela
Dos românticos versos aos contos de enredo!!!
APLAC é Recanto da Cultura, Oásis do Saber:
Erga o teu Nome! Desfralde as tuas bandeiras!

Descubra os que pretendam te enobrecer!
Conjugue esse teu Verbo aos quatro ventos!
Avante, APLAC…! Encare as tuas barreiras!
Frutos hão de sair do teu infrene Crescimento!

Fonte: http://aplaculturadf.blogspot.com/2010/11/ – acesso: 26/12/2018, às 16:34.

Obs.: foram feitas algumas adaptações no soneto sem que houvesse alteração de sua estrutura pelo autor. Exemplo: APL agora é APLAC.

“Cessem do sábio Grego e do Troiano
As navegações grandes que fizeram;
Cale-se de Alexandre e de Trajano
A fama das vitórias que tiveram;
Que eu canto o peito ilustre Lusitano
,
A quem Netuno e Marte obedeceram.
Cesse tudo o que a Musa antiga canta,
Que outro valor mais alto se alevanta”.

Fonte: 3ª Estrofe do Canto I do livro-poema “Os Lusíadas”, de Luiz Vaz de Camões. Disponível em

http://cronicasdaalma.com/2016/04/10/cesse-tudo-que-a-musa-antiga-canta/ – acesso: 26/12/2018, às 16:53.

ORAÇÃO ACADÊMICA E

JURAMENTO DE POSSE DA APLAC

(Obrigatório na Posse de Novos Associados e na Posse de Diretoria e Conselho Fiscal)

 

A Academia Planaltinense de Letras, Artes e Ciências – APLAC, fundada em Cinco de Dezembro de 1998, tendo como Patrono Máximo o Poeta Fernando Antônio Nogueira Pessoa, tem perante a Sociedade, os seguintes itens como Compromisso:

  • Ser-lhe fiel ao compromisso e ao trato com as coisas que envolvam os aspectos culturais;
  • Manter o diálogo sincero com todos que dela venham a se aproximar;
  • Comportar-se com decoro, independentemente, de qualquer inclinação política, étnica, filosófica ou religiosa;
  • Seguir à risca os seus estatutos, ora aprovados, por quórum, e registrados;
  • Jura, ainda, esta Instituição, não se aproveitar da sua hegemonia, para tirar proveito ou benesses de qualquer natureza, para si ou para outrem;
  • Jura defender, com armas e brasões, o que for de humano e de direito, em Planaltina e alhures;
  • Sermos sensíveis a todas as propostas e ideias que tenham o fito de melhorar e aprimorar, mais e mais, tudo aquilo que for destinado para o bem do próximo;
  • Juramos zelar pela Língua Pátria e Mátria, dispensando, assim, qualquer preferência que envolva o cultivo do Masculino ou do Feminino;
  • Nós nos guiaremos pelas Veredas da Não-banalização e Vulgarização dos Fatos, abrindo sulcos, por onde tal comportamento seja viável;
  • Essa Casa, juramos certeza, já é o sólido invólucro onde nossas Famílias poderão meditar o Presente, o Passado, e, sobretudo, o FUTURO.

 

 Fundação

A Academia Planaltinense de Letras (APL) foi fundada em 5(cinco) de dezembro de 1998. Tem sede e foro em Planaltina, BRASÍLIA – DF. CNPJ nº 04.233.816/0001 – 16. Em abril de 2017 aprovou seu terceiro e atual Estatuto passando a se denominar ACADEMIA PLANALTINENSE DE LETRAS, ARTES E CIÊNCIAS (APLAC). A partir deste Estatuto, ela foi reconstituída como Pessoa Jurídica de Direito Privado Sem Fins Lucrativos, duração indeterminada e organiza-se como Entidade Social Interestadual com Finalidades Cultural, Educacional e Socioambiental; tem Sede e Foro em Brasília-DF, na Região Administrativa nº 6 (RA-VI).
Se propõe a ser Porta-voz da Diversidade Cultural na sua área de atuação. É composta por Escritores, Artistas, Pesquisadores, e Fazedores de Cultura dentro do (agora nomeado) MACROTERRITÓRIO HISTÓRICO-GEOGRÁFICO MESTRE D’ARMAS/DF-Norte cuja Área de Abrangência é a região que originalmente pertenceu ao Antigo Município de Mestre d’Armas-GO (Marco Regulatório: Decreto Estadual nº: 52 de 19 de março de 1891 e Lei Provincial nº: 03 de 19 de agosto de 1859), Municipalidade-Núcleo Colonial antes com jurisdição vinculada a Santa Luzia (Luziânia-GO) e Couros (Formosa-GO), no Planalto Central do Brasil, e que em 1960 deu origem à metade da territorialidade que compõe o Distrito Federal como Unidade Federativa em sua porção setentrional.

A APLAC tem, entre outras FINALIDADES EDUCATIVAS E CULTURAIS, a criação, difusão e preservação de BENS CULTURAIS (Manifestações Eruditas e Populares, Tradições, etc) e a defesa do Patrimônio Histórico-cultural e Socioambiental, localizado na sua Área de Abrangência Territorial, por meio da Literatura, Educação, Artes, Artesanato, Ciência, outros FAZERES E SABERES LOCAIS em Ações Multidisciplinares e Interdisciplinares em prol do Povo Brasileiro/Brasiliense e da Humanidade, num Pacto de Compromissos (po)Éticos e Cósmico-planetários que celebre a grandeza e simplicidade do Homem Cerratense, da Vida, da Justiça, da Liberdade e do Universo em Paz.

Lista  de Sócios Fundadores da APLAC em 1998

 

  1. Cadeira I: Francisco de Paula Gomes Filho (Prof. Xico);
  2. Cadeira II: Pedro Mendes da Luz;
  3. Cadeira III: Mário César de Sousa Castro;
  4. Cadeira IV: Mary Anita Pina Marques de Souza;
  5. Cadeira V: Francisco Durães;
  6. Cadeira VI: Francisco da Paz Mendes de Souza;
  7. Cadeira VII: José Vicente Rezende Cardoso;
  8. Cadeira VIII: Mário Sérgio da Silva;
  9. Cadeira IX: Agostinho Alves da Silva;
  10. Cadeira X: Neusimar Gomes Coelho;
  11. Cadeira XI: Nei Moura Teles;
  12. Cadeira XII: Vanilson Alves dos Reis;
  13. Cadeira XIII: Helder Ornelas de Almeida;
  14. Cadeira XIV: Lourdes Silva Maciel;
  15. Cadeira XV: Ademir da Paixão Sampaio;
  16. Cadeira XVI: Ademar Silva Vasconcelos;
  17. Cadeira XVII: Francisco Monteiro Guimarães;
  18. Cadeira XVIII: Dirceu Ferreira de Araújo;
  19. Cadeira XIX: Salviano Antônio Guimarães Borges;
  20. Cadeira XX: Maria Alice Guimarães Borges;
  21. Cadeira XXI: Stella dos Cherubins Guimarães Tróis;
  22. Cadeira XXII: José Beethoven M. Mendes;
  23. Cadeira XXIII: Afrânio Vieira de Brito;
  24. Cadeira XXIV: Valdir de Castro;
  25. Cadeira XXV: Álvaro Luiz de Araújo Ciarlini;
  26. Cadeira XXVI: Francisco de Faria Pereira;
  27. Cadeira XXVII: Joésio de Oliveira Menezes;
  28. Cadeira XXVIII: Sebastião Batista Lopes;
  29. Cadeira XXIX: Roberto Carlos Rambo;
  30. Cadeira XXX: Veridiana Bragança da Silva;
  31. Cadeira XXXI: Mário de Oliveira;
  32. Cadeira XXXII: Léo Carlos de Hildebrand e Grisi;
  33. Cadeira XXXIII: Roni Luiz da Silva;
  34. Cadeira XXXIV: Eliana Rosa de Almeida;
  35. Cadeira XXXV: Boulandir Martins Borges;
  36. Cadeira XXXVI: Adenir José de Oliveira Sousa;
  37. Cadeira XXXVII: Wálteno Marques da Silva;
  38. Cadeira XXXVIII: Nilton Alves Ferreira;
  39. Cadeira XXXIX: Coracy Lopes da Silva;
  40. Cadeira XL: Elias Leite Honório.

 

FERNANDO PESSOA

Patrono Institucional da APLAC

FERNANDO Antônio Nogueira PESSOA

Escritor português (Lisboa, 13/6/1888 – Lisboa, 30/11/1935).

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